Diferença entre Voto nulo e branco: Como votar na urna!

Se perguntando a diferença entre voto nulo e branco? Apesar dos exercícios democráticos no país ocorrerem a cada 2 (dois) anos, muitos eleitores brasileiros possuem alguma dúvidas no momento em que se encontra em frente a uma urna de votação. Para não ocorrer confusões sobre a diferença entre voto nulo e branco, acompanhe o artigo que preparamos especialmente para você!

Diferença entre Voto nulo e branco
Diferença entre Voto nulo e branco

Apesar do fato de que, daqui a algum tempo seja necessário escolher os novos políticos que irão nos representar em Brasília, você não tem a obrigação de realmente escolher um nome ou partido. Por isso é de grande importância saber a diferença entre voto nulo e branco!

Voto X Voto: Saiba a diferença entre voto nulo e branco!

Apesar de o voto no Brasil ainda ser um ato obrigatório, o eleitor, de acordo com a legislação vigente, é livre para escolher o seu candidato ou até mesmo optar por não escolher candidato algum nas eleições 2018!

Ou seja: o cidadão é obrigado somente a comparecer ao local de votação, ou a justificar sua ausência, mas pode optar por votar em branco ou ainda anular o seu voto!

Para burlar essa ideia de que votação é obrigatória, podemos votar de duas maneiras diferentes. Mas qual é a diferença entre voto nulo e branco?


Voto em branco

Segundo informações presentes no Glossário Eleitoral do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). O voto em branco é aquele em que o eleitor não manifesta preferência por nenhum dos candidatos!

Antes do aparecimento das famosas urna eletrônica, para votar em branco bastava não assinalar a cédula de votação, deixando-a em branco. Hoje em dia, apesar da tecnologia ter evoluído, a estratégia não se modificou muito. Para votar em branco é necessário que:

  • O eleitor pressione a tecla “branco” na urna;
  • Em seguida, a tecla “confirma”.

Diferença entre Voto nulo e branco


Voto nulo

Ainda utilizando informações do Glossário Eleitoral do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). É considerado como voto nulo aquele em que o eleitor manifesta sua vontade de anular o voto. Para votar nulo, o eleitor precisa:

  • Digitar um número de candidato inexistente, como por exemplo, “00”;
  • E depois a tecla “confirma”.

Antigamente como o voto branco era considerado válido (isto é, era contabilizado e dado para o candidato vencedor), ele era tido como um voto de “conformismo”. Ou seja, o eleitor se mostrava satisfeito com o candidato que vencesse as eleições.

Sendo assim, a diferença entre voto nulo e branco era que o voto nulo (considerado inválido pela Justiça Eleitoral) era tido como um voto de “protesto” contra os candidatos ou contra a classe política em geral.


Como funcionam os votos válidos? 

Atualmente, vigora no pleito eleitoral o princípio da maioria absoluta de votos válidos, conforme a Constituição Federal e a Lei das Eleições. Este princípio considera apenas os votos válidos, que são os votos nominais e os de legenda, para os cálculos eleitorais.

Sendo assim, desconsiderando então os votos em branco e os nulos. A contagem dos votos de uma eleição está prevista na Constituição Federal de 1988. Segundo a Constituição:

É eleito o candidato que obtiver a maioria dos votos válidos, excluídos os brancos e os nulos“. 

Os votos em branco e os nulos simplesmente não são contados. Por isso, apesar do mito, mesmo quando mais da metade dos votos forem nulos, não é possível cancelar uma eleição! Ao contrário do que costumamos ouvir por ai.

Como é possível notar, os votos nulos e brancos acabam constituindo apenas um direito de manifestação de descontentamento do eleitor. Não tendo qualquer outra serventia para o processo eleitoral. Por isso, nosso conselho é estudar muito bem quem são os candidatos as eleições 2018. 

Exercer o seu direito (ou dever) de eleitor de forma correta, poderá ser a única maneira de modificar o cenário atual do país. Pense, conheça e vote consciente! 

 

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