Alckmin surge como preferido do eleitor tucano que não pretende votar em Doria

Na corrida para ocupar o cargo mais importante da política brasileira os nomes começam a se acumular. Para o PSDB, partido conservador e sempre pensando em seus nomes antecipadamente, são apontados dois nomes como presidenciáveis para as eleições 2018. De um lado Geraldo Alckmin e do outro Doria. Os eleitores divergem em diversos pontos em quem deve ser o candidato do partido tucano. 

Alckmin surge como preferido do eleitor tucano que não pretende votar em Doria
Alckmin surge como preferido do eleitor tucano que não pretende votar em Doria

Alckmin é um dos preferidos da população

No Grande ABC a disputa hipotética para um primeiro turno seria entre Geraldo Alckmin e o candidato petista Luís Inácio Lula da Silva. Lula, ainda forte na indústria por seus incentivos anteriores, é um nome forte. Pesquisa realizada pelo Instituto Paraná Pesquisas mostra que os dois iriam para o segundo turno em mais de sete cidades paulistas. 

O ex Governador de São Paulo Geraldo Alckmin tem uma longa história com o Estado de amor e ódio. Por um lado os eleitores são a favor de levar para o mundo suas políticas de incentivo da indústria e geração de emprego, com forte apelo para o empresariado do Estado. 

Do outro ficam os que consideram o seu período na gestão como um dos piores para a saúde de São Paulo. A segurança pública foi um tema muito trabalhado, com forte investimento, mas a saúde ficou um para trás. Neste ponto fica a força de Lula pela criação de unidades de pronto atendimento nas cidades menores e descentralizando o atendimento médico público. 


Partido quer Dória, eleitor não 

O que o PSDB não esperava era uma negativa do seu eleitorado pelo candidato escolhido. João Dória, prefeito da cidade de São Paulo, parece não ter deixado uma imagem positiva a seu respeito entre os eleitores. Segundo pesquisas e matérias divulgadas na grande mídia, ele não seria o candidato ideal do PSDB mesmo sendo a preferência do partido. 

➜ Veja como andam as Pesquisas Eleitorais 2018!

Os eleitores parecem estar dispostos a mudar de partido se a candidatura das eleições 2018 para presidência de Dória se firmar. Um dos motivos é sua grande aproximação com Michel Temer, com uma imagem sombria entre os paulistanos. A aliança com o atual governo e seu corte de gastos em diversas áreas deixou a desejar. 

A corrida eleitoral acelerada em São Paulo mostra que por enquanto Dória perderia nas urnas. O cenário seria que ele seria derrotado já no primeiro turno e sua atuação gestão é o ponto forte para isso acontecer. O pedido dos fiéis ao partido é que ele não entre na disputa.


Muitas águas vão rolas entre candidatos à presidente

Enquanto não são anunciadas as candidaturas oficiais começam a serem especulados nomes para as eleições 2018. Um dos mais insistentes ainda é o de Lula, com caravana de divulgação e busca de apoio dos candidatos já iniciada. Já começou seu ciclo de palestras e por enquanto a disputa parece ser forte.

Ciro Gomes e Marina Silva, que já perderam para Lula em eleições presidenciais, voltam para disputar. Por enquanto os três continuam apenas informalmente dando entrevistas, mostrando o seu desejo de partir para o ataque mas sem confirmação.

 

Deputada Estela Bezerra defende parceria entre PSB e PMDB nas eleições 2018

Quanto antes forem formadas as alianças políticas melhor. Para as eleições 2018 os partidos já estão se organizando e a Deputada Estela Bezerra mostrou claramente a sua preferência entre uma parceria PSB (Partido Socialista Brasileiro) e PMDB (Movimento Democrático Brasileiro) para a direita. A aliança com um só candidato para presidente fortaleceria a chapa com maiores chances de vitória nas urnas.

Deputada Estela Bezerra defende parceria entre PSB e PMDB nas eleições 2018
Deputada Estela Bezerra defende parceria entre PSB e PMDB nas eleições 2018

Estela Bezerra defende aliança entre PSB e PMDB

A corrida para ocupar a cadeira de Presidente da República começou muito antes do que se imagina e os partidos já estão buscando as suas alianças. Quem defende uma forte parceria para as urnas abertamente é a deputada Estela Bezerra, o que segundo ela traria enormes benefícios para ambos os partidos. 

A história dos dois partidos é longa e já conseguiram colocar muitos candidatos em pontos chaves para eleições como Governador, Senador. Também são fortes na direita e afinidades de linhas de pensamento. Para Estela seria um bom momento para repensar uma união e garantir a presidência. 

➜ Veja os dias do Calendário Eleitoral 2018!

Como líder para a parceria a deputada aponta o senador José Maranhão, com muita experiência política para conduzir o barco nas eleições 2018 presidenciais. Seria assim possível a continuidade de um projeto socialista forte para muitos estados que já iniciaram os trabalhos de gestão neste sentido. 

Eleições 2018


Estela Bezerra busca cargo de governadora

Claro que não só de Presidente vivem os partidos e cada um busca a sua maioria em votação. A deputada estadual Estela Bezerra possui planos e já se colocou à disposição do PSB para ser um nome na disputa das eleições 2018 para Governo do Maranhão.

O atual governador do Maranhão, Ricardo Coutinho, colega de partido, também já foi ressaltado pela deputada. Sua ideia é continuar o governo na boa gestão seguindo os mesmos moldes de investimento para educação, saúde e dando mais ênfase ainda na reestrutura financeira do Estado do Maranhão. 

Sua possível candidatura foi vista com bons olhos pelo governo mas nem tanto para a população. Alguns eleitores em entrevistas sentiram falta de novos projetos visando outras áreas e novidades, não apenas continuar o que já está instalado.


Alianças entre partidos rumo às eleições 2018

Na busca por um cargo de Presidente os partidos apostam alto e unem-se a quem tem mais chances ou cadeiras para arrastar o eleitorado. Dois partidos jovens que pretendem unir-se em apenas um candidato são o MLB (Movimento Brasil Livre) e o PSDB. Por enquanto são apenas especulações mas muito fortes na mídia. 

Um dos motivos de tantas alianças novas surgirem é chamado pelos cientistas políticos de “Fator Lula”. Uma possível volta do Luís Inácio Lula da Silva, candidato do partido dos trabalhadores, anda deixando alguns apreensivos se ele realmente poderia ganhar a eleição. Na dúvida é melhor unir formas.

O PCdoB (Partido Comunista do Brasil) e o PDT (Partido Democrático Trabalhista) podem se unir para candidatar Ciro Gomes, outro forte nome entre o eleitorado. Ciro anda em uma campanha discreta e sem grande mídia, apostando em veículos alternativos para lançar suas propostas antes de oficializar a sua candidatura para presidente nas eleições 2018.

 

Prováveis candidatos a presidente nas eleições

Apesar do período de propaganda eleitoral começar apenas em agosto de 2018, os candidatos a presidente nas eleições 2018 já começam a tomar forma. Os partidos se organizam para lançar quanto antes melhor e testar a aceitação do público e buscar estratégias. Os nomes já surgiram e alguns já são conhecidos dos eleitores. 

candidatos a presidente nas eleições 2018
Prováveis candidatos a presidente nas eleições 2018

Lula pode voltar para um terceiro mandato

O petista Luís Inácio Lula da Silva, réu na Lava Jato, é um dos nomes mais cotados como candidato do Partido dos Trabalhadores para as eleições 2018. Sua caravana para conversar com os eleitores e testar a sua popularidade começou ainda em 2017 indo do norte ao sul do país, com maior aceitação no Nordeste. 

A campanha de Lula baseia-se em suas ações sociais durante o seu mandato. É dele os programas sociais Bolsa Família e Bolsa Escola, ainda em vigor. Muitos dos projetos para a área de educação iniciados em seus oito anos de governo perduram até hoje, deixando seu nome forte entre o eleitorado das classes mais baixas.

Ciro Gomes e Marina Silva devem voltar

Ciro foi ministro de Lula e perdeu para ele as primeiras eleições presidenciais do petista. Filiado ao PDT, é um dos nomes muito presentes em mídias alternativas com palestras. Faz sucesso entre os jovens por sua sinceridade e sua proposta de campanha em segurança pública, saúde e educação. 

Marina Silva também é um retorno de candidatura. Foi ministra do Meio Ambiente muito elogiada por sua atuação e hoje está filiada ao partido Rede, o qual fundou porque não estava de acordo com a forma de política do seu antigo partido, o PSB. Um dos diferenciais de Marina é ter uma ficha limpa, colecionando projetos positivos e bem cotados nas áreas do meio ambiente.

Muitos questionam se Marina deve voltar por sua posição central na política. Ela não tem força entre o eleitorado, apesar de ter conseguido 20 milhões de votos na última eleição presidencial. Mas vamos seguir com as notícias e aguardar os resultados eleições 2018.


Joaquim Barbosa e Sérgio Moro são nomes cotados

O ex-ministro do Supremo Tribunal Federal Joaquim Barbosa é um dos nomes cotados para tentar as eleições presidenciais 2018. Não se sabe se é certo mas seria o primeiro presidente negro do país. 

Acredita-se que o movimento em prol de Sérgio Moro seja apenas entre os eleitores e não do próprio juiz da Operação Lava Jato. O juiz federal já negou em muitos momentos ser candidato à presidente mas mostra simpatia pelo assunto.

Sua fama veio apenas por julgar os casos dos réus famosos da Lava Jato, a maior operação de combate à corrupção do país. 

Jair Bonsonaro ganha força em redes sociais

Polêmico sempre, o deputado federal do PSC do Rio de Janeiro Jair Bolsonaro aparece em preferência de muitos eleitores do sul e sudeste. Ele já se envolveu em diversas discussões com outros deputados na Câmara e responde a processos de agressão verbal e assédio moral. 

Devagar e constante Bolsonaro vai criando a sua base eleitoral e é um possível candidato oficial. Sua campanha está baseada em melhoria das forças armadas, da segurança pública e saúde, mas fraqueja em projetos sociais. 

 

Cúpula do PMDB busca formas de conter Lula nas próximas eleições

Mesmo diante de tantos escândalos ainda há um temor no meio político da reeleição de Lula. Réu na Operação Lava Jato ele não foi condenado e por isso é elegível. Ainda tem força entre os eleitores e o PMDB está de olho para tentar conter o candidato petista de um possível terceiro mandato. 

eleições
PMDB busca formas de conter Lula nas próximas eleições

Lula ainda lidera pesquisas e PMDB está de olho

O sinal de alerta da direita foi acionado nas últimas pesquisas. Dos possíveis candidatos à Presidência da República em 2018 Luís Inácio Lula da Silva aparece liderando.

Nas simulações realizadas por veículos independentes, Lula seria o primeiro colocado em um primeiro turno com 32% de intensão de votos e Jair Bolsonaro seria o segundo com 31%. 

Em terceiro lugar em um cenário hipotético de eleições fica Marina Silva, candidata da Rede, por enquanto sem representar perigo aos demais. O problema para o PMDB está no quanto o petista está ganhando força tanto em pesquisas como na mídia.

Os cientistas políticos acreditam estar diante de um cenário hipotético caso os demais partidos trabalhem bem contra o PT. O assistencialismo é a base do partido de número 13 nas urnas e outros assuntos podem ser explorados nos quais os petistas falharam. Segurança pública e comércio são pontos importantes, em especial quando se trata de estabilidade econômica.

 


PMDB quer eliminação do voto obrigatório nas eleições

O PMDB está de olhos bem abertos na retaguarda tentando algumas medidas para prevenir uma possível reeleição de Lula nas próximas eleições. Uma delas é votar a eliminação do sistema eleitoral do voto obrigatório, uma possibilidade que pode começar a valer em 2018. Com a mudança no sistema de votação acredita-se que a maior parte do eleitorado de Lula não siga para as urnas para expressar sua opinião e o petista fique de fora da presidência. 

A ideia da eliminação do voto obrigatório visa afastar das urnas os eleitores beneficiados de programas de assistencialismo social. Desta forma tiraria de cena muitos dos apoiadores de Lula, com perfil de desistir no comparecimento das urnas caso a votação fosse opcional, como é hoje nos Estados Unidos e outros países.

Bolsonaro pode ser um candidato elegível

Há quem não acredite no candidato do PSC-RJ como possível presidente. Talvez sejam apenas especulações sociais, mas suas brigas andam fazendo seu nome crescer no mercado. Jair Bolsonado, segundo pesquisas da Folha de São Paulo, poderia disputar um segundo turno. 

O deputado Jair Bolsonaro está constantemente se envolvendo em polêmicas na mídia. Já exaltou na Câmara dos Deputados um militar conhecido pela prática de tortura, foi processado por machismo em frases célebres. Mas mesmo com tudo isso e sendo um dos mais odiados candidatos dos feministas e militantes contra a ditadura, ele ainda pode ser um candidato forte. 

Falho em alguns quesitos como programas de geração de emprego, ele ganha em alguns argumentos como segurança pública e saúda.

Também desponta em pesquisas quando trabalha em palestras e eventos críticas ao sistema político atual e quer uma reforma urgentemente. Para alguns não é um risco mas é preciso manter os olhos abertos em Bolsonaro. 

Entenda o que mudará nas eleições 2018 com a Reforma política

Aprovada próximo ao fim do prazo eleitoral, a Reforma política vem para fazer ajustes no sistema de votação e na forma como os candidatos chegam às principais casas de Brasília. Para o eleitorado não muda nada. O sistema de votação continua por urna eletrônica e identificação por digital, mas os candidatos podem entrar no ‘peneirão’ e só chegarem os melhores.

Entenda o que mudará nas eleições 2018
Entenda o que mudará nas eleições 2018

Dinheiro para gastar na campanha sofre ajuste

Todos sabem que candidato investe alto para divulgar suas propostas e ser eleito. As regras para esses gastos mudaram um pouco, sobretudo quando se trata de fundo de partido. Para ter direito a gastar o dinheiro do partido com propaganda cada partido político precisa conseguir ao menos 1,5% dos votos válidos de toda a eleição no Brasil e 1% em cada estado. 

A partir das eleições 2018 nenhum candidato pode receber dinheiro de empresa, o que já acontecia antes. Contudo, ele pode começar a ter acesso ao dinheiro do fundo partidário um pouco antes de agosto, como era até a última eleição. Em maio ele já possui acesso ao fundo e pode arrecadar com campanhas beneficentes, recebendo ajuda de seus eleitores e só.


Gastos em campanha mudam para as eleições 2018

Para as campanhas eleitorais os candidatos vão precisar ir para um caderninho para controle financeiro. Quanto mais campanha melhor mas o dinheiro com propaganda, ações e material político (panfletos, os conhecidos ‘santinhos’ e afins), mas agora com um teto. Os deputados estaduais podem gastar apenas R$ 1 milhão por campanha e federal R$ 2,5 milhões. 

Os senadores podem gastar mais um pouco, entre R$ 2,5 milhões e R$ 5,6 milhões. O valor máximo com a campanha vai depender da quantidade de eleitores por cargo. 

O que já foi muito discutido mas ainda não mudou foi o limite de doações. Na teoria apenas 10% da renda bruta declarada na Receita Federal pelo doador poderia servir de arrecadação. Contudo, o presidente interino Michel Temer vetou um teto de até 10 salários como estava em vigor e agora não há mais limite. 

 


Voto nas eleições 2018 será impresso

O sistema de votação do Tribunal Eleitoral do Brasil é um dos mais eficientes do mundo, mas ainda passível de fralde. Pensando nisso houve mais uma mudança: o voto impresso. Até o último processo eleitoral apenas a urna mantinha os dados, nas eleições 2018 será impresso. 

Ao final da eleição em uma sessão eleitoral o voto será impresso e ficará em uma urna lacrada. A mudança foi alvo de críticas porque pode inibir alguns eleitores já que terão seu voto especificamente registrado. Pode ser mais uma forma de alguns políticos forçarem e a conhecida compra de votos. 


Debates na TV também mudam

Nem todos os candidatos podem participar de debates na TV, infelizmente. É uma forma de expor suas ideias de maior alcance, mas as emissores de televisão agora são obrigadas a convidar apenas nomes de partidos com quantidade acima de nove cadeiras na Câmara dos Deputo. 

A medida está sendo muito comentada negativamente por partidos menores, que querem um espaço para elegibilidade e isso pode reduzir ainda mais as suas chances.

Cargos Disputados nas Eleições 2018: Datas, Mandatos

Saber quais são os cargos disputados nas eleições 2018 é necessário para votar de maneira consciente e para exercer a democracia de forma acertada! Para retirar todas as suas dúvidas sobre as regras, obrigações dos cargos disputados nas eleições 2018 e o que cada um deve fazer por você, eleitor, acompanhe o artigo que preparamos abaixo!

Cargos Disputados nas Eleições 2018
Cargos Disputados nas Eleições 2018

Saiba quais são os cargos disputados nas eleições 2018!

A cada 2 (dois) anos os eleitores devem se dirigir até um local de votação para escolher uma série de representantes políticos que irão governar em determinadas funções. Nas eleições gerais que acontecem no Brasil no ano de 2018, os brasileiros vão as urnas para eleger seus representantes para os seguintes cargos:

  • Presidente da República;
  • Governadores;
  • Senadores;
  • Deputados Federais;
  • Deputados Estaduais/Distrital.

As únicas funções que não serão renovadas nas eleições 2018 são:

  • Prefeitos;
  • Vice – Prefeitos;
  • Vereadores.

Os cargos litados acima só deverão ser renovados no ano de 2020!


Obrigações dos cargos disputados nas Eleições 

Você não sabe o que cada político eleito deve fazer por você e a sua comunidade? Não se preocupe, nós iremos explicar cada detalhe. Dessa forma, você poderá cobrá-lo no futuro, caso seu papel não esteja sendo bem realizado!

Função: Presidente da República

O cargo de Presidente da República é atribuído ao candidato que ganhar as eleições por maioria absoluta, o que equivale a mais de 50% dos votos válidos

O Presidente da República exerce as funções de Chefe de Estado e Chefe de Governo, e é a autoridade máxima do Brasil. Sua residência oficial fica situada em Brasília, no Distrito Federal 

Salário: Salário bruto (atualizado em 2012) fixado em R$ 26.723,00, que com os descontos passa para R$ 19.818,00.

Data de mandato: Seu mandato inicia-se em 1º de janeiro de 2019 e termina no dia 31 de dezembro de 2022.

Cargos Disputados nas Eleições 2018


Função: Governadores

Governador é o cargo político que representa o poder executivo na esfera dos Estados e do Distrito Federal. É função do governador: a direção da administração estadual e a representação do Estado em suas relações jurídicas, políticas e administrativas, defendendo seus interesses junto à Presidência e buscando investimentos.

Salário: Seu salário depende do Estado que comanda, e pode variar de R$ 9,6 à R$ 26,7 mil reais. (dependendo do estado)

Data do mantado: Cada Estado brasileiro irá eleger um governador, que terá um mandato de quatro anos, iniciando em 2019 e finalizando em 2022.


Função: Senadores

Um Senador possui um dos principais cargos disputados nas eleições 2018 e é encarregado de representar o estado que o elegeu e tem a responsabilidade de colaborar diretamente para o desenvolvimento de sua região.

Cada estado é representado por 3 (três) senadores no Congresso Nacional. Possuem a missão de defender e garantir suas necessidades, zelar pelos direitos constitucionais do povo, fiscalizar ações e gastos do poder executivo, autorizar operações externas que possam gerar lucro ao Estado, propor leis que beneficiem a população.

Em alguns casos extremos, um Senador poderá até mesmo, julgar o Presidente da República.

Salário: Diferentemente dos Governadores, o salário dos Senadores não modificam de acordo com estado.  Sendo assim o valor fixo é de R$ 26.723,13.

Data do mandato: Terá um mandato de quatro anos, iniciando em 2019 e finalizando em 2022.


Função: Deputado Federal e Estadual

O Deputado Federal representa o por legislativo e faz parte da Câmara dos Deputados. Tem como principais funções as de legislar e fiscalizar os gastos públicos na esfera nacional. 

Já o deputado estadual é o representante do povo nas Assembleias Legislativas. Sua função principal é legislar, ou seja, fazer as leis dos estados. De acordo com o que está definido na Constituição Federal.

Salário: Deputado Federal tem como remuneração mensal o valor de R$ 26.723,13. Já o Deputado Estadual só pode ser fixado com o valor de no máximo em 75% do estabelecido para os Deputados Federais.

Data do mandato: Terá um mandato de quatro anos, iniciando em 2019 e finalizando em 2022.


Data das Eleições 2018

Conforme Emenda Constitucional 16/97, as eleições são realizadas em 1º turno no primeiro domingo de outubro, sendo o 2º turno realizado no último domingo de outubro.

Desta forma as eleições de 2018 irão acontecer nas seguintes datas:

  • 1º turno: 7 de outubro de 2018;
  • 2º turno: 28 de outubro de 2018.

Para não restar dúvidas no momento da votação, leve uma cola eleitoral com os números dos seus candidatos:

Agora que você já sabe cada uma das funções dos cargos disputados nas eleições 2018, estude bem sobre o seu candidato! O futuro do país começa nas urnas eleitorais.

Diferença entre Voto nulo e branco: Como votar na urna!

Se perguntando a diferença entre voto nulo e branco? Apesar dos exercícios democráticos no país ocorrerem a cada 2 (dois) anos, muitos eleitores brasileiros possuem alguma dúvidas no momento em que se encontra em frente a uma urna de votação. Para não ocorrer confusões sobre a diferença entre voto nulo e branco, acompanhe o artigo que preparamos especialmente para você!

Diferença entre Voto nulo e branco
Diferença entre Voto nulo e branco

Apesar do fato de que, daqui a algum tempo seja necessário escolher os novos políticos que irão nos representar em Brasília, você não tem a obrigação de realmente escolher um nome ou partido. Por isso é de grande importância saber a diferença entre voto nulo e branco!

Voto X Voto: Saiba a diferença entre voto nulo e branco!

Apesar de o voto no Brasil ainda ser um ato obrigatório, o eleitor, de acordo com a legislação vigente, é livre para escolher o seu candidato ou até mesmo optar por não escolher candidato algum nas eleições 2018!

Ou seja: o cidadão é obrigado somente a comparecer ao local de votação, ou a justificar sua ausência, mas pode optar por votar em branco ou ainda anular o seu voto!

Para burlar essa ideia de que votação é obrigatória, podemos votar de duas maneiras diferentes. Mas qual é a diferença entre voto nulo e branco?


Voto em branco

Segundo informações presentes no Glossário Eleitoral do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). O voto em branco é aquele em que o eleitor não manifesta preferência por nenhum dos candidatos!

Antes do aparecimento das famosas urna eletrônica, para votar em branco bastava não assinalar a cédula de votação, deixando-a em branco. Hoje em dia, apesar da tecnologia ter evoluído, a estratégia não se modificou muito. Para votar em branco é necessário que:

  • O eleitor pressione a tecla “branco” na urna;
  • Em seguida, a tecla “confirma”.

Diferença entre Voto nulo e branco


Voto nulo

Ainda utilizando informações do Glossário Eleitoral do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). É considerado como voto nulo aquele em que o eleitor manifesta sua vontade de anular o voto. Para votar nulo, o eleitor precisa:

  • Digitar um número de candidato inexistente, como por exemplo, “00”;
  • E depois a tecla “confirma”.

Antigamente como o voto branco era considerado válido (isto é, era contabilizado e dado para o candidato vencedor), ele era tido como um voto de “conformismo”. Ou seja, o eleitor se mostrava satisfeito com o candidato que vencesse as eleições.

Sendo assim, a diferença entre voto nulo e branco era que o voto nulo (considerado inválido pela Justiça Eleitoral) era tido como um voto de “protesto” contra os candidatos ou contra a classe política em geral.


Como funcionam os votos válidos? 

Atualmente, vigora no pleito eleitoral o princípio da maioria absoluta de votos válidos, conforme a Constituição Federal e a Lei das Eleições. Este princípio considera apenas os votos válidos, que são os votos nominais e os de legenda, para os cálculos eleitorais.

Sendo assim, desconsiderando então os votos em branco e os nulos. A contagem dos votos de uma eleição está prevista na Constituição Federal de 1988. Segundo a Constituição:

É eleito o candidato que obtiver a maioria dos votos válidos, excluídos os brancos e os nulos“. 

Os votos em branco e os nulos simplesmente não são contados. Por isso, apesar do mito, mesmo quando mais da metade dos votos forem nulos, não é possível cancelar uma eleição! Ao contrário do que costumamos ouvir por ai.

Como é possível notar, os votos nulos e brancos acabam constituindo apenas um direito de manifestação de descontentamento do eleitor. Não tendo qualquer outra serventia para o processo eleitoral. Por isso, nosso conselho é estudar muito bem quem são os candidatos as eleições 2018. 

Exercer o seu direito (ou dever) de eleitor de forma correta, poderá ser a única maneira de modificar o cenário atual do país. Pense, conheça e vote consciente! 

 

PT Buscar Empresário para ser vice de Lula em eleições 2018

Não é novidade nenhuma que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva já se tornou um importante pré-candidato declarado ao Palácio do Planalto em 2018. Os novos rumores, no entanto, são sobre a escolha para o seu vice! De acordo com o site Correio Brasiliense, Lula já está à procura de um vice para a chapa.

No momento, o nome mais cotado, segundo aliados do petista, é o do empresário mineiro Josué Gomes da Silva, de 53 anos. Atual presidente da Coteminas.

PT Buscar Empresário para ser vice de Lula em eleições 2018
PT Buscar Empresário para ser vice de Lula em eleições 2018

Josué é filho do ex-vice-presidente José Alencar, eleito numa “dobradinha” com Lula em 2002 e também em 2006. José Alencar morreu em março de 2011. 

“O Josué vai ser o vice do Lula em 2018. Estive com os dois recentemente”, afirmou ao Estadão/Broadcast o deputado federal Reginaldo Lopes (PT-MG), ex-presidente do PT mineiro. De acordo com as informações do político, o ex-presidente e o empresário têm conversado bastante sobre o assunto.


Quem é Josué Gomes da Silva, possível candidato a vice de Lula nas eleições 2018?

Josué  – que adotou o sobrenome Alencar na eleição do ano de 2014, quando concorreu ao Senado por Minas Gerais – é filiado ao PMDB desde 2013. Para viabilizar uma eventual candidatura a vice de Lula em 2018, ele teria obrigatoriamente que deixar o partido.

O destino seria o PR, antigo PL, sigla que o seu pai foi filiado quando se candidatou a vice-presidente e na qual se manteve durante todo o governo do petista.

 

O empasse estaria na relação do PR, que hoje integra a base aliada do presidente Michel Temer, mas seus principais dirigentes, como o ex-deputado Valdemar Costa Neto (SP) e o atual presidente da sigla, o ex-senador Antonio Carlos Rodrigues (SP), têm boa relação com Lula.

“Sou o maior defensor dessa aliança. Mas é uma discussão partidária. Temos de aguardar os acontecimentos”, afirmou Rodrigues ao Correio Braziliense.

 

 

Josué Gomes da Silva, Empresário e possível vice de Lula em eleições 2018 (Foto: Reprodução/Internet)
Procurado pelo Correio Braziliense, Josué não quis se pronunciar sobre uma eventual candidatura no ano que vem. Também não comentou os rumores sobre a migração do PMDB para o PR. Por meio de sua assessoria, o empresário afirmou que “está totalmente dedicado à gestão das empresas da qual preside”.
 
 
Quando questionado, O Instituto Lula também não comentou o assunto.
 
No PT, a a principal afirmação é de que Josué como candidato a vice poderia ajudar e muito ao ex-presidente Lula reconquistar o apoio do empresariado brasileiro e até internacional. 
“O nome do Josué sempre foi lembrado e admirado por nós para ser alguém que nos ajude na nova política que o Brasil precisa. São pessoas como ele que o PT precisa trazer para perto”, disse o senador Jorge Viana (PT-AC), um dos parlamentares mais próximos do ex-presidente. 
 
Conforme Viana, na eleição de 2010, o nome do empresário chegou a ser cogitado como vice na chapa de Dilma Rousseff, mas houve resistência dentro do PMDB, que ao fim do embate escolheu Michel Temer.

Lula será ou não realmente um candidato a presidência em 2018?

Apesar de ser a grande promessa para as eleições 2018, Lula afirmou que o Partido dos Trabalhadores (PT) poderá ter que descartar sua candidatura e escolher outro candidato a presidente para as eleições 2018. Tudo isso vem acontecendo após as novas suspeitas contra o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, acusado de corrupção por ex-executivos de empreiteiras.

Luiz Inácio Lula da Silva é alvo de seis pedidos de abertura de inquéritos

Atualmente, Luiz Inácio Lula da Silva é alvo de seis pedidos de abertura de inquéritos enviados pelo ministro Edson Fachin, relator da Lava Jato no Supremo Tribunal Federal (STF), à primeira instância da Justiça Federal com base nas delações da Odebrecht.

Uma possível solução para legalizar a candidatura do ex-presidente são a mobilização popular em defesa do petista e a criação de uma narrativa favorável a Lula.

Afinal, uma grande quantidade de sindicatos e movimentos sociais já estão realizando desde o início do ano de 2017 atos em todo o Brasil em defesa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, pelo ‘fora Temer’, ‘diretas já’ e contra as reformas trabalhista e da Previdência.

 

DEM tem dúvidas sobre querer Doria como candidato a presidente em 2018

O Partido DEM está bastante dividido sobre a possibilidade de acolher o prefeito da cidade de São Paulo João Doria em suas fileiras e lançá-lo candidato a presidente da República em 2018. Este empasse está no fato de que o partido terá problemas com o governador Geraldo Alckmin (PSDB), que hoje ver sua vaga “praticamente garantida” na próxima disputa eleitoral ameaçada pelo favoritismo de João Doria.

DEM tem dúvidas sobre querer Doria como candidato a presidente em 2018
DEM tem dúvidas sobre querer Doria como candidato a presidente em 2018

Mas, a escolha para a ocupação da vaga para a presidência das eleições 2018 anda bastante complicada! O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia, já deu estocadas no tucano e minimizou a tal possibilidade. Por outro lado, inúmeros grupos como o do ministro Mendonça Filho, da Educação, por exemplo, não têm antipatia pela ideia de ter Doria no partido.

O tão falado João Doria, que viaja o País em campanha eleitoral antecipada, tem reiterado que não sai do PSDB em nenhuma hipótese. O que só aumenta o impasse entre ele e o Governador Geraldo Alckmin: Qual dos dois políticos irá se candidatar para presidente da República em 2018 pelo PSDB?

O nome do prefeito, contudo, enfrenta uma série de resistências entre setores tucanos. O presidente interino do PSDB, Tasso Jereissati (CE), conforme apurou o Estadão, disse em reunião interna que o governador Geraldo Alckmin “tem preferência” na fila na escolha do candidato.

PSDB segue sem a definição de quem escolherá para o páreo. De um lado está o novato prefeito João Doria, do outro o experiente governador Geraldo Alckmin.

 

O grupo dos “tucanos históricos” de São Paulo, do qual fazem parte o ex-governador Alberto Goldman e José Aníbal, presidente do Instituto Teotônio Vilela, também não aceita a opção Doria.

Presidente licenciado do PSDB, o senador Aécio Neves (MG), que mantém influência na sigla, é outro que entrou em rota de colisão com o prefeito após Doria defender publicamente seu afastamento do comando do PSDB. 


O Presidente Michel Temer também tenta atrair Doria para a eleição 2018

Além do desejo já citado pelo partido Democratas, o convite para que João Dória se retire do PSDB ganha mais força quando o próprio atual presidente Michel Temer diz a prefeito de SP que ‘as portas do PMDB estão abertas’ para ele concorrer ao Planalto no ano que vem.

A disputa interna do PSDB pela vaga de candidato à Presidência em 2018 vem mexido muito com os partidos aliados dos tucanos. DEM e PMDB, que integram a núcleo duro de apoio ao governo Michel Temer, se aproximaram do prefeito João Doria e sinalizaram positivamente para as possibilidade de lançá-lo candidato ao Planalto.

O prefeito de São Paulo, João Doria (PSDB), se reúne com o presidente da Câmara, deputado Rodrigo Maia, do DEM Foto: Fábio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil

O “convite” foi realizado durante uma conversa entre eles, na Prefeitura de SP, pouco antes de um evento no qual o presidente distribuiu publicamente diversos elogios a Doria, segundo relatos de quem estava no local.

Mas segundo o site do Estadão, Quando procurada, a assessoria do Planalto negou totalmente o convite!

Resumindo, O prefeito de São Paulo tem dito que não vai entrar na disputa se Alckmin, que é seu padrinho político, se colocar como candidato. Porém, cada vez mais ele tem adotado discursos e agendas de quem pretende concorrer (Dentro ou fora do PSDB)!

E você, o que acha sobre o prefeito João Doria se candidatar para a presidência nas eleições 2018? Deixe o seu A sua participação é de extrema importância.

 

Lula diz que PT pode ter que escolher outro candidato a presidente para 2018

Apesar de ser a grande promessa para as eleições 2018, Lula afirmou que o Partido dos Trabalhadores (PT) poderá ter que descartar sua candidatura e escolher outro candidato a presidente para as eleições 2018. Tudo isso vem acontecendo após as novas suspeitas contra o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, acusado de corrupção por ex-executivos de empreiteiras.

O receio é que uma condenação em segunda instância na Operação Lava-Jato, tornando Lula um candidato inelegível com base na Lei da Ficha Limpa.

eleições 2018
Lula diz que PT pode ter que escolher outro candidato a presidente para 2018

Lula, durante uma entrevista a revista Reuters, afirmou estar bastante relutante contra essa situação”Sei que meus inimigos querem impedir qualquer possibilidade de eu me tornar candidato e estou lutando fortemente contra isso. Mas ninguém é insubstituível. Se houver algum problema com a minha candidatura, o PT terá de conseguir lançar um outro candidato.”

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A reação do PT às novas suspeitas é reforçar o máximo possível o empenho na defesa de Lula tanto nas ruas quanto nas redes sociais oficiais do candidato. Afinal, nenhum dos seus aliados dentro do partido ousará questionar ou cobrar explicações sobre as acusações contra o ex-presidente.

Lula é visto no Partido dos Trabalhadores como alvo de perseguição da Lava-Jato e vítima de uma campanha para impedir sua candidatura em 2018. Por outro lado, após a divulgação dos depoimentos da Odebrecht e a delação do empreiteiro José Adelmário Pinheiro Filho, o Léo Pinheiro, da OAS, a possibilidade de condenação para o candidato, se torna muito maior.

Atualmente, Luiz Inácio Lula da Silva  é alvo de seis pedidos de abertura de inquéritos enviados pelo ministro Edson Fachin, relator da Lava Jato no Supremo Tribunal Federal (STF), à primeira instância da Justiça Federal com base nas delações da Odebrecht.


Possível Solução para o desfalque que Lula fará nas eleições 2018

Embora a ordem inicial seja sair em defesa de Lula, no PT já se fala em um cenário no qual ele seria um grande cabo eleitoral transferindo votos para outro candidato e apesar de não ser a situação dos sonhos para os partidos de esquerda, já é de grande valia.

 Uma das possibilidades é o partido indicar um nome para ser vice na chapa de Ciro Gomes (PDT). O mais citado é o do ex-prefeito de São Paulo Fernando Haddad. 

Além disso, uma possível solução são a mobilização popular em defesa do petista e a criação de uma narrativa favorável a Lula. Afinal, uma grande quantidade de sindicatos e movimentos sociais já estão realizando desde o início do ano de 2017 atos em todo o Brasil em defesa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, pelo ‘fora Temer’, ‘diretas já’ e contra as reformas trabalhista e da Previdência.

PT e movimentos sociais fazem ato pró-Lula 2018

Mas, o Partido dos Trabalhadores anda bastante dividido sobre a candidatura dele nas eleições 2018. Em uma entrevista ao portal Gazeta on-line, o presidente do Instituto Lula, Paulo Okamotto afirmou “Essa possibilidade (de o Lula não poder concorrer) não passa pela nossa cabeça. Nós só temos um plano, o plano A”.

Outro componente de peso do PT, Marcio Macedo, um dos vice-presidentes, indagou “Não vamos aceitar esse tipo de condenação política sem nenhuma prova material.”

E você, o que acha que acontecerá com o ex-presidente Lula em 2018? Acredita em uma possível candidatura ou é a favor da sua condenação? Deixe o seu comentário! A sua participação é de extrema importância.

Em breve voltaremos com novidades sobre as eleições 2018, continue nos acompanhando!